Arquivo | outubro 2011

TE QUERO MEU HOMEM

Te quero meu homem para que tenha em mim todas as sensações de pleno prazer, vivendo fantasias, desejos sem que nada nos possa deter. Te quero meu homem para que mergulhe em meus poros, poços de amor, águas cálidas que acalentam teu fogo, que despertam meus sentidos que nos fazem tremer. Mas te quero meu amor
para que mergulhe em meu olhar e descubra minha alma que agora te chama. Que acaricies o meu coração e compreenda que te amo.
Te quero meu amor para que encontre em mim a cumplicidade, o carinho o motivo para sonhar, para sorrir, um
porto de abrigo mil coisas enfim.
Te quero meu homem para que me envolva em seus braços, me beije com lábios molhados do nosso sabor, que imploram em sussurros que eu sacie
tuas vontades e te faça feliz. Te quero meu homem para que me sinta incansável em me entregar, em te possuir fazendo-nos acreditar que sempre nos desejarmos cada vez mais. Mas também te quero meu amor para poder te convencer que
não apenas existo num corpo, que tenho alma, pura e apaixonada
que permeia estrelas se inspira
na Lua, se encanta com o Mar
e se ilumina ao Sol…
Te quero meu amor para pegar em suas mãos e percorrermos caminhos, te consolando das tristezas, compartilhando alegrias e nos divertindo como seres enamorados
que observam tudo com olhos de amor
que à noite procuram estrelas e de dia saúdam o Sol e a Luz. Te quero meu amor para juntos aspirarmos o perfume das flores. Te quero meu homem para juntos exalarmos nosso cheiro de amor. Te quero meu amor para juntos idealizarmos nossos sonhos, atendendo ao coração. Te quero meu homem para juntos realizarmos fantasias e envolver-nos em sedução. Te quero meu amor para juntos tentarmos superar o que nos aflige para buscarmos lado a lado a serenidade de que precisamos. Te quero meu homem para te pertencer de corpo. Te quero meu amor para te entregar meu coração e te revelar a minha alma…

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UM DIA DE CHUVA (ficção)

Eles se encontraram por acaso, num dia de chuva imensa, e como chove naquele lugar. Solidário, lhe abrigou da tormenta em sua casa. Estavam ensopados até os ossos. Ele tirou os seus sapatos, acaricio os dedos e as plantas dos seus pés. Ela estava gelada. A boca e o hálito dele queimaram o pescoço dela, percorreram suas pernas de cima a baixo. Seus seios incharam e seus bicos forçavam o pano molhado que colava na pele, deixando-a ainda mais nua sob o olhar dele. Ele então os apertava, sugava e brincava com a ponta da língua nos bicos arrepiados e mordendo de leve, eles dobraram de volume sob seus dentes. Ela tremia, assustada como um passarinho tragado pelo tornado, seu útero dolorido de desejo, sua barriga contraída de terror. Nervosa, queria saber o que ele faria? O que ele viera trazer à ela? Ele umedece, mordisca e beija no leve sopro que percorre, vontade que ultrapassa cada sentido. Beijo que perdura e dura no sentimento da vontade que passa cada instante. Lábios trocados, trocado em saliva que se misturam, pele ao rubro, arrepiada no encosto agora do corpo. Ele a aconchega, amarrotado no beijo que prolongou e arrastou por mãos irrequietas no desabotoar de cada botão, no correr de cada vontade do fecho que se abre e expõe. Encostou, apertou no abraço na parede que segura, foram vários beijos perdidos em volume que crescia. Tesão na vontade do beijo que caía no seu mamilo que sugava, sua língua que percorria e se perdia no seu ombro já despido. Ela se despia devagar, com delicadeza, como se solta uma amêndoa verde de sua pele terma. Na bruma do banheiro, ele mal distinguia seus traços. Só os olhos dele te penetravam, furando seu coração e a sua vagina, senhores do seu destino. Ela disse a si mesma que era uma puta. Mas sabia que não era. Ou então era como as deusas pagãs de Imchouk, livres e fatais, loucas de pedra. Ele a ensaboou as costas até embaixo, cobriu seu púbis com espuma. Os poucos e loiros pêlos escondiam dos olhos dele sua intimidade, mas seus dedos logo começaram a deslizar embaixo do chuveiro e assim abriu suas pétalas, descobrindo seu clitóris, duro como uma ervilha, passou a pressioná-lo com um gesto delicado e pensativo. Ela gemeu, tentou desvencilhar rebolando e se esquivando, mas ele não deixou. Corpos quentes, embaixo da ducha. Ele a virou de costas, abraçou suas coxas e a fez arquear as costas. “Estou pronta”, ela disse a si mesma. Você é o meu brinquedo. O meu objeto. Fizeram sexo debaixo d´água, num movimento lancinante e ritmado, fecharam o chuveiro, entre beijos loucos e corpos ensopados foram para o quarto. Ele a deitou, de costas, sobre a cama, encostou a cara na sua bunda, abriu a sua menina com os dedos, passeou ali o nariz. Ela estava liquefeita. Em seguida, ele pegou um frasco numa das prateleiras, colheu ali uma gota de óleo com o qual a perfumou, massageando longamente, a ponto de a fazer esquecer seus temores, seus músculos relaxando à medida que o toque dos seus dedos se tornavam mais ousados. Ela não sabia o que ele queria fazer, mas desejava que o fizesse. Sobretudo que ele não parasse o enlouquecedor movimento circular que a abria para ele, sua vagina transbordando sua alegria. Irrequieto, de joelhos na medida das coxas que o abraçavam e comprimiam os seus tímpanos. O clítoris dela precisava inchar na sua boca. Humm no sabor da coxa que beijava, sua bunda que apertava e apalpava. Tesão na loucura da língua que subia, no pescoço que beijava, lambuzava e comprimia. Coxas que apertava levantando no encosto agora dos sexos que se tocavam. roçavam, apertavam na suspensão agora perfeita da penetração que se exigia. Era uma foda no entrar sem parar, lento das pernas que o enrolava e apertava, costas na parede, das pernas que suspendem toda a força que se repete nas investidas que se prolongam. Tesão por fluídos que se enrolavam, perpetuavam e misturavam nos corpos já rendidos. Fizeram amor como anjos, fizeram amor como animais, experimentaram todos os sentidos. Exaustos deitaram juntinhos… Ele a abraçou , a beijou e pegaram no sono… Voltaram ao que era antes, conversas pelo telefone e MSN, mas agora algo mudou, mudou no corpo, mudou na alma, mudou no coração…

COMO PODE….

Como pode com um simples olhar seu me dominar, me dizer tantas coisas e entre tantas coisas, que me deseja muito, que me quer só para você, que enquanto está comigo é feliz.
Como pode uma boca tão linda, sem dizer uma só palavra me conquistar, me deixar doida de tesão, querendo essa boca na minha, em mim.
Como pode com gestos tão suaves, me fazer tremer o corpo todo, alucinado com cada toque, com cada movimento.
Como pode me fazer gozar com olhares, palavras, gestos, voz, toques.

Como pode me fazer te querer tanto
Como pode…

QUE SEJA….

Antes que eu me esqueça do que eu queria te dizer, era isso, eu preciso muitoAntes que eu me esqueça do que eu queria te dizer, era isso, eu preciso muito, muito de você. Eu quero muito muito você aqui de vez em quando, nem que seja muito de vez em quando. Você nem precisa trazer maçãs, nem perguntar se estou melhor, você não precisa trazer nada, só você mesmo. Você nem precisa dizer alguma coisa no telefone, basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio do outro lado da linha ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro ou do outro lado.., que seja doce o dia quando eu abrir as janelas e lembrar de você. que sejam doces os finais de tardes, inclusive os de segunda-feira – quando começa a contagem regressiva para o final de semana chegar. Que seja doce a espera pelas mensagens, ligações e recadinhos bonitinhos. Que seja (mais do que) doce a voz ao falar no telefone. Que seja doce o seu cheiro. que seja doce o seu jeito, seus olhares, seu receio. Que seja doce o seu modo de andar, de sentir, de demonstrar afeto. Que sejam doce suas expressões faciais, até o levantar de sobrancelha. Que seja doce a leveza que eu sentirei ao seu lado. Que seja doce a ausência do meu medo. Que seja doce o seu abraço. Que seja doce o modo como você irá segurar na minha mão. Que seja doce. que sejamos doce Quero seu abraço. Aquele que eu sinto o calor do seu corpo. A gente se apertou um contra o outro. A gente queria ficar apertado assim porque nos completávamos desse jeito, o corpo de um sendo a metade perdida do corpo do outro. , muito de você. Eu quero muito muito você aqui de vez em quando, nem que seja muito de vez em quando. Você nem precisa trazer maçãs, nem perguntar se estou melhor, você não precisa trazer nada, só você mesmo. Você nem precisa dizer alguma coisa no telefone, basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio do outro lado da linha ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro ou do outro lado.., que seja doce o dia quando eu abrir as janelas e lembrar de você. que sejam doces os finais de tardes, inclusive os de segunda-feira – quando começa a contagem regressiva para o final de semana chegar. Que seja doce a espera pelas mensagens, ligações e recadinhos bonitinhos. Que seja (mais do que) doce a voz ao falar no telefone. Que seja doce o seu cheiro. que seja doce o seu jeito, seus olhares, seu receio. Que seja doce o seu modo de andar, de sentir, de demonstrar afeto. Que sejam doce suas expressões faciais, até o levantar de sobrancelha. Que seja doce a leveza que eu sentirei ao seu lado. Que seja doce a ausência do meu medo. Que seja doce o seu abraço. Que seja doce o modo como você irá segurar na minha mão. Que seja doce. que sejamos doce Quero seu abraço. Aquele que eu sinto o calor do seu corpo. A gente se apertou um contra o outro. A gente queria ficar apertado assim porque nos completávamos desse jeito, o corpo de um sendo a metade perdida do corpo do outro.

DEIXA EU TE NAMORAR??

Deixa eu te namorar, faço manha, faço dengo, faço amor, te levo pra cama, pra rua, pra lua, pro céu, pro amor.
Deixa eu te namorar, prometo
jurar todas as juras, te amar sem medo, ser menina, ser mulher, ser amante, ser sua, ser companheira.
Deixa eu te namorar, vou ficar juntinho toda hora, no seu lençol de manhã, no seu colo a tarde, no seu corpo a noite, no seu coração toda hora, no seu amor toda a vida.
Deixa eu te namorar, vou te ouvir, as vezes até calar, te carregar no colo, te apresentar a vida, sentir suas paixões, saborear de seus beijos, fazer desse amor o grande projeto da minha vida, sorrir de suas atrapalhadas, entender seu silêncio, desculpar seus nervosismos, ouvir nossas músicas, dividir nossos sonhos, rir da sua timidez em público, adorar sua dedicação na intimidade, fazer amor quando quiser. EU TE AMO PRA SEMPRE!!! Simples assim….

SIMPLES ASSIM

O pinguim macho quando encontra a pinguim fêmea ele leva apenas 5 minutos pra descobrir que é com ela que ele quer passar o resto de sua vida… então ele procura por toda a praia a pedra mais bela que existe e leva até ela e se ela aceitar está formado o casal, eles vão passar juntos o resto da sua vida… Jamais vão se separar, vão ser fieis até depois da morte, se um morrer primeiro o outro continuará sozinho o resto dos seus dias….

QUER NAMORAR COMIGO???

Quem não tem namorado é alguém que tirou férias de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, de saliva, de lágrima, nuvem, pudim da vó, brisa ou filosofia. Paquera, flerte, caso, transa, envolvimento, até paixão é fácil. Mas namorado mesmo, é muito difícil. Namorado não precisa ser o mais bonito (até porque pra namorada além de bonito, é charmoso, inteligente, viril, soma de todos os adjetivos), mas tem que ser aquele a quem se quer proteger e quando se chega ao lado dele a gente treme, sua frio e quase desmaia pedindo proteção. A proteção não precisa ser decidida, ou bandoleira; basta um olhar de compreensão, carinho e atenção. Quem não tem namorado não é quem não tem amor: é quem não sabe o gosto de namorar. Não tem namorado quem não sabe o gosto da chuva, cinema, sessão das duas, medo do pai, sanduíche de padaria, amor pelo celular, ou drible no trabalho. Não tem namorado quem transa sem carinho, quem se acaricia sem vontade de virar sorvete ou largatixa e quem ama sem alegria. Não tem namorado quem faz pactos de amor apenas com a infelicidade. Namorar é fazer pactos de amor com a felicidade ainda que rápida, escondida ou impossível de durar. Não tem namorado quem não sabe o valor de mãos dadas; de carinho escondido na hora em que passa o filme; de lirios que chegam pelo correio e entregue de repente, de poesia de Fernando Pessoa ou Vinícius de Moraes, lida bem devagar; de gargalhada quando fala junto, comenta a fot cheia de poses ou quando discute futebol; de ânsia enorme de viajar junto para a Irlanda ou mesmo de metrô, bonde, nuvem, cavalo alado, tapete mágico ou foguete interplanetário. Não tem namorado quem não gosta de falar do próprio amor, nem de ficar horas e horas olhando o mistério do outro dentro dos olhos dele, abobalhados de alegria pela lucidez do amor. Não tem namorado quem não redescobre a criança própria e a do amado e sai com ela para parques, fliperamas, beira d’água, show do J Quest, bosques enluarados, fim de semana no campo e outro na praia pra agradar aos dois lados. Não tem namorado quem não tem música secreta com ele, quem não dedica livros, quem não recorta artigos, quem não chateia com o fato de o seu bem ser paquerado. Não tem namorado quem ama sem gostar; quem gosta sem curtir; quem curte sem aprofundar. Não tem namorado quem nunca sentiu o gosto de ser lembrada de repente no fim de semana, na madrugada ou meio-dia de sol em plena praia cheia de rivais. Não tem namorado quem ama sem se dedicar; quem namora sem brincar; quem vive cheio de obrigações; quem faz sexo sem esperar o outro ir junto com ele. Não tem namorado quem confunde solidão com ficar sozinho e em paz. Não tem namorado quem não fala sozinho, não ri de si mesmo e quem tem medo de ser afetivo. Se você não tem namorado porque não descobriu que o amor é alegre e você vive pesando duzentos quilos de fantasma e medo, ponha um vestido leve e bonito, deixe os cabelos ao vento e passeie de mãos dadas com o ar. Enfeite-se com margaridas e ternuras e escove a alma com leves fricções de esperança. De alma escovada e coração renovado, saia do quintal de si mesmo e descubra o próprio jardim. Acorde com gosto de morangos e sorria lírios para quem passe debaixo de sua janela. Ponha intenções de quermesse em seus olhos e beba licor de contos de fada. Ande como se o chão estivesse repleto de sons de flauta e do céu descesse uma névoa de borboletas. Se você não tem namorado porque ainda não enlouqueceu aquele pouquinho necessário a fazer a vida passar e de repente parecer que tudo faz sentido, encher a alma de coragem e dizer: QUER NAMORAR COMIGO??